Retinopatia Diabética

O QUE É?

A retinopatia diabética ocorre em pessoas com diabetes, sendo mais comum entre aqueles que são mal controlados clinicamente. Pode ocorrer tanto no diabetes tipo 1 quanto no tipo 2 e pode levar a cegueira caso não seja tratada precocemente.  No paciente “tipo 1”, geralmente a doença ocorre de forma mais agressiva, devendo este paciente ter atenção redobrada.

A retinopatia pode causar baixa visão de duas formas: edema macular e/ ou doença vascular proliferativa, podendo esta última ocasionar um tipo grave de descolamento de retina (tracional), levando muitas vezes a cegueira irreversível.

 

COMO TRATAR?

O tratamento varia de acordo com a apresentação do quadro.

O edema macular diabético tem hoje como principal forma de tratamento a terapia anti-angiogênica, que se baseia em injeções de medicamentos que diminuirão o efeito do hormônio causador do edema macular. Além deste, também podemos lançar mão como segunda opção, dos medicamentos corticosteroides intra-vítreos. Também para o edema macular, há o tratamento hoje considerado adjuvante, com o laser micropulso, que juntamente com os anti-angiogênicos irão otimizar o resultado final.

A retinopatia diabética proliferativa ainda tem como tratamento padrão ouro a fotocoagulação a laser da retina, onde o laser irá agir nas áreas isquêmicas, diminuindo o estimula para formação de vasos “doentes”, além de melhorar a oxigenação para manutenção das áreas saudáveis da retina, mantendo a visão do paciente estável, evitando maiores complicações como o descolamento de retina e hemorragia vítrea.

A cirurgia vítreo-retiniana estará indicada em casos de complicações como hemorragias vítreas recorrentes ou não resolvidas em curto período de tempo, ou em casos de descolamento tracional de retina com ameaça de visão central ou não compensadas com tratamento convencional a laser.

 

COMO PREVENIR?

Exames de rotina que podem ser anuais, semestrais ou até trimestrais a depender do grau de acometimento: mapeamento de retina e retinografia de rotina podem detectar casos de alto risco.

 

PONTOS ESSENCIAIS

  • É de suma importância o paciente diabético ter consciência de que o acompanhamento preventivo é a melhor forma de se evitar a cegueira ou baixa visual secundária ao diabetes melitus. O controle glilcêmico RIGOROSO ainda é uma das principais formas de se evitar o acometimento da visão pelo diabetes.
  • Outro ponto importante é o paciente saber que as formas iniciais a moderadas da retinopatia diabética podem não ser sintomáticas, fazendo com que muitas vezes o portador de DM releve a visita periódica junto ao oftalmologista. Lembre-se: a doença pode vir a causar sintomas apenas em estados mais avançados, e o atraso no tratamento fará toda a diferença nos resultados finais. É importantíssimo o paciente ter DISCIPLINA!
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Retinopatia diabética

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OCT com edema macular

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Representação gráfica do laser marcando a retina no tratamento da fotocoagulação

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Retina em tratamento com panfotocoagulação: nesta foto ainda falta fazer laser na retina superior.

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Eduardo Henrique Campos - Doctoralia.com.br